O Futebólogo | Refletindo o futebol sob prismas não convencionais

quarta-feira, 22 de maio de 2019

O teatro dos sonhos de Ronaldo

Sobe a placa de substituições. Surgem os números 11 e 21 e o estádio, em transe, aplaude. Em Old Trafford, a torcida do Manchester United presta suas homenagens. Porém, o que se vê não é a saída de Ryan Giggs, o 11 dos Red Devils, para a entrada de Diego Forlán. Quem caminha em direção ao agasalho que o espera à beira do gramado é o brasileiro Ronaldo; trata-se do atacante do Real Madrid que acaba de destroçar o valente time mancuniano, em uma atuação para ser recordada por anos a fio.

Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Ray Clemence, um símbolo para Reds e Spurs

Não é fácil, para qualquer jogador de futebol, superar a marca de 300 jogos disputados por mais de uma equipe. Pode-se dizer, com tranquilidade, que a suprema maioria dos atletas sequer alcança tal marca por uma agremiação apenas. É preciso ser confiável, determinado e, claro, talentoso para conseguir tal feito. Todos esses adjetivos poderiam descrever Ray Clemence, goleiro que construiu seu nome junto do melhor time do Liverpool na história e que, posteriormente, seguiu para o Tottenham, continuando a fazer história.

Ray Clemence Liverpool Tottenham
Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 8 de maio de 2019

O PSV da pragmática conquista europeia

Historicamente, a maior rivalidade da Holanda é aquela em que figuram Ajax e Feyenoord. Ainda assim, o PSV Eindhoven sempre esteve ali, à espreita. Foi na década de 1980 que os Boeren assumiram a condição de protagonistas, rivalizando mais diretamente com os amsterdameses do Ajax. Porém, não foi apenas a disputa por troféus que colocou os rivais em oposição, mas também suas ideias de jogo. O ápice talvez tenha sido a Copa dos Campeões de 1987-88.

Guus Hiddink PSV
Foto: Reprodução - Twitter @psveindhoven/ Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 1 de maio de 2019

O inferno italiano de Falcão, Sócrates e Zico

O futebol europeu sempre admirou a qualidade do jogador brasileiro de alto nível. Com o passar dos anos, a mudança de regras referentes à contratação de estrangeiros, e o avanço dos processos inerentes à globalização, foi ficando cada vez mais comum ver os astros da Canarinho atuando no Velho Continente. A primeira grande geração exportada foi a dos anos de 1980. Grande parte dela partiu para a Itália, a antagonista do Mundial de 1982. Entretanto, para alguns expoentes a vida não foi fácil no Bel Paese: Falcão, Sócrates e Zico acabaram voltando ao Brasil antes da hora prevista; Toninho Cerezo foi a exceção.

Sócrates Fiorentina Falcão Roma Zico Udinese
Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 24 de abril de 2019

O grande ato da Romênia de Gheorghe Hagi

A segunda metade dos anos 1980 e o início dos 90 revelaram um panorama diferente no contexto do futebol mundial. Nunca uma equipe do Leste Europeu havia vencido a Copa dos Campeões. Então, os romenos do Steaua Bucareste conquistaram a edição de 1986, e, pouco depois, o Estrela Vermelha consagrou o futebol iugoslavo, em 1991. Nesse mesmo momento, países de menor tradição futebolística passaram a contar com grandes craques. Enquanto, por exemplo, a Bulgária tinha Hristo Stoichkov, a Romênia exibia a qualidade de Gheorghe Hagi, aquele que lideraria o país a um grande sonho.

Gheorghe Hagi Romênia Copa do Mundo
Foto: Desconhecido/ Arte: O Futebólogo
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