quarta-feira, 20 de fevereiro de 2019

O rock de Gareth Bale

O histórico do Tottenham na Liga dos Campeões da Europa não é dos melhores. Em 2018-19, os Spurs jogam a competição apenas pela quinta vez, tendo como melhor participação sua primeira, em 1961-62. Na ocasião, os londrinos chegaram às semifinais, caindo para o futuro vencedor, o Benfica. Entretanto, esse registro escasso não impediu a vivência de noites memoráveis — como aquelas que Gareth Bale protagonizou no final de 2010.


Bale Internazionale Tottenham Gareth
Foto: Getty Images / Arte: O Futebólogo



quarta-feira, 13 de fevereiro de 2019

A Académica que lutou com bravura e se permitiu sonhar

A cidade de Coimbra se notabilizou ao longo dos séculos como um dos principais centros acadêmicos da Europa. Não é para menos: abriga a sétima universidade mais antiga do Velho Continente e ainda em plena atividade. Passaram-se seis séculos até que fosse, de fato, fundada a Associação Académica de Coimbra; seu braço futebolístico surgindo no início do século XX. Conforme o esporte foi se desenvolvendo, tornou-se parte importante da vida da AAC. Entretanto, aos sucessos dos livros não se seguiram os da bola — mas quase toda regra possui suas exceções.


Taça de Portugal Académica
Foto original: Tiago Petinga/Arte: O Futebólogo



quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Do sono ao sonho: a transformação de Felipe Anderson

Um dos maiores riscos que o futebol oferece é a criação do rótulo. Uma aparente apatia, falta de intensidade, marcou o início da carreira do meia Felipe Anderson, com a camisa do Santos. As constantes críticas (construtivas, muitas vezes) do treinador Muricy Ramalho não ajudaram e a alcunha de jogador sonolento pegou. Foi necessária uma estadia prolongada na Itália para que o estigma começasse a ser quebrado e o jogador, que hoje se destaca na elétrica Premier League, mudasse de patamar.


West Ham Felipe Anderson
Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Marselha: um porto para Mario Balotelli se ancorar

Marselha, a segunda maior cidade da França, não poderia ser mais diferente da capital, Paris. Esta respira glamour, orgulha-se de construções como a Torre Eiffel e o Museu do Louvre e da aura intelectual que se nota nas ruas de seus centros turísticos. É um caso curioso de cidade cosmopolita europeia que não tem laços estreitos com o futebol. Em divergência absoluta, Marselha traz o calor e o temperamento forte de um povo acostumado à atmosfera de cidade portuária; revela, com frequência, um amor desmedido pelo Olympique de Marseille e tem no estádio Vélodrome uma catedral — que contará com o talento e a personalidade de Mario Balotelli.


Mario Balotelli Olympique Marseille
Foto: Alexandre Dimou/ Icon Sport

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