O Futebólogo | Refletindo o futebol sob prismas não convencionais

quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Ser campeão, sair da fila e honrar os seus: a façanha do Benfica em 2004-05

Há países em que o jejum de títulos nacionais pode perdurar sem que isso se torne uma verdadeira tragédia. Nações como Brasil e Argentina, em que existem muitos clubes grandes, a alternância de poder é constante e muitos se sentam à mesa dos campeões. Contudo, essa não é a realidade de uma nação em que a disputa se centra em três partes. Viver uma década à sombra de rivais deixa marcas, que o Benfica conseguiu superar. Na hora mais difícil. Quando o mundo estava aos pés do Porto e havia uma promessa póstuma a ser cumprida.

Benfica Sporting 2005
Foto: SLBenfica.pt/ Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

O irrepetível 1998 de um DC United impulsionado por talento boliviano

Pergunte a um boliviano qual o maior jogador da história de seu país. Alguns podem até tender a sugerir outros nomes, como o de Erwin Sánchez ou, até mesmo, o de Marcelo Moreno. Entretanto, o mais certo é que falem em uníssono: Marco Etcheverry. El Diablo, como ficou conhecido, foi um jogador de indiscutível talento, como ficou comprovado naquele ano de 1998, em que o DC United se deu a conhecer internacionalmente, tornando-se o primeiro clube norte-americano a vencer a Copa dos Campeões da Concacaf, popularmente conhecida como Concachampions, e depois se sagrando o grande ganhador das Américas.

DC United 1998
Foto: Desconhecido/Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Quando o Criciúma surpreendeu o Brasil e o continente

A trajetória do Criciúma, bem como a do futebol catarinense, registra muito mais dias de luta do que momentos de glória. Essa é uma realidade inescapável. O Tigre vive em constante efeito ioiô, maiormente alternando campanhas nas séries A e B do futebol brasileiro, mas, eventualmente, descendo ao terceiro escalão nacional. No entanto, a história indica o início dos anos 1990 como o mais feliz do time amarelo, preto e branco. Naquele momento, o estádio Heriberto Hülse acompanhou a conquista do título de uma incipiente Copa do Brasil e viveu dias de futebol internacional.

Criciúma Copa do Brasil 1991
Foto: Desconhecido/ Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

A glória do Nantes que antecedeu uma hegemonia na França

Já não se encontrava muitas estrelas no Stade de la Beaujoire. A geração de Christian Karembeu, Claude Makélélé, Reynald Pedros e Patrice Loko, campeã da Ligue 1 em 1994-95, havia partido. Naquela altura, o Monaco era o campeão vigente e quem buscava se tornar a agremiação a ser batida na França era o Lyon. Apesar disso, o Nantes levantou sua voz, falando com a autoridade de quem havia conquistado a última Copa da França. Sob a regência de Éric Carrière, ouviu-se, outra vez, o canto do canário nos gramados franceses.

Vahirua Nantes 2000-01
Foto: Presse Photo/ Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Da Real Sociedad de John Toshack ao Barcelona de Johan Cruyff

Os anos 1980 nunca abandonarão a memória do torcedor da Real Sociedad — tampouco a do fã do Barcelona. No início da década, os Txuriurdin alcançaram o feito inédito de conquistar La Liga. Por duas vezes, com a geração que consagrou nomes como o do goleiro Luis Arconada, do meio-campista José María Zamora e do atacante Roberto López Ufarte. Para os catalães, por outro lado, foi mais uma década dolorida, com poucos títulos e alguns fracassos. Porém, ao final daquele decênio, os dois haviam retomado a luta pela reafirmação e atravessariam o caminho um do outro.

Bakero Txiki López Rekarte Barcelona
Foto: Diario AS/Arte: O Futebólogo

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