O Futebólogo | Refletindo o futebol sob prismas não convencionais

quarta-feira, 4 de dezembro de 2019

O irrepetível 1998 de um DC United impulsionado por talento boliviano

Pergunte a um boliviano qual o maior jogador da história de seu país. Alguns podem até tender a sugerir outros nomes, como o de Erwin Sánchez ou, até mesmo, o de Marcelo Moreno. Entretanto, o mais certo é que falem em uníssono: Marco Etcheverry. El Diablo, como ficou conhecido, foi um jogador de indiscutível talento, como ficou comprovado naquele ano de 1998, em que o DC United se deu a conhecer internacionalmente, tornando-se o primeiro clube norte-americano a vencer a Copa dos Campeões da Concacaf, popularmente conhecida como Concachampions, e depois se sagrando o grande ganhador das Américas.

DC United 1998
Foto: Desconhecido/Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Quando o Criciúma surpreendeu o Brasil e o continente

A trajetória do Criciúma, bem como a do futebol catarinense, registra muito mais dias de luta do que momentos de glória. Essa é uma realidade inescapável. O Tigre vive em constante efeito ioiô, maiormente alternando campanhas nas séries A e B do futebol brasileiro, mas, eventualmente, descendo ao terceiro escalão nacional. No entanto, a história indica o início dos anos 1990 como o mais feliz do time amarelo, preto e branco. Naquele momento, o estádio Heriberto Hülse acompanhou a conquista do título de uma incipiente Copa do Brasil e viveu dias de futebol internacional.

Criciúma Copa do Brasil 1991
Foto: Desconhecido/ Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

A glória do Nantes que antecedeu uma hegemonia na França

Já não se encontrava muitas estrelas no Stade de la Beaujoire. A geração de Christian Karembeu, Claude Makélélé, Reynald Pedros e Patrice Loko, campeã da Ligue 1 em 1994-95, havia partido. Naquela altura, o Monaco era o campeão vigente e quem buscava se tornar a agremiação a ser batida na França era o Lyon. Apesar disso, o Nantes levantou sua voz, falando com a autoridade de quem havia conquistado a última Copa da França. Sob a regência de Éric Carrière, ouviu-se, outra vez, o canto do canário nos gramados franceses.

Vahirua Nantes 2000-01
Foto: Presse Photo/ Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 13 de novembro de 2019

Da Real Sociedad de John Toshack ao Barcelona de Johan Cruyff

Os anos 1980 nunca abandonarão a memória do torcedor da Real Sociedad — tampouco a do fã do Barcelona. No início da década, os Txuriurdin alcançaram o feito inédito de conquistar La Liga. Por duas vezes, com a geração que consagrou nomes como o do goleiro Luis Arconada, do meio-campista José María Zamora e do atacante Roberto López Ufarte. Para os catalães, por outro lado, foi mais uma década dolorida, com poucos títulos e alguns fracassos. Porém, ao final daquele decênio, os dois haviam retomado a luta pela reafirmação e atravessariam o caminho um do outro.

Bakero Txiki López Rekarte Barcelona
Foto: Diario AS/Arte: O Futebólogo

quarta-feira, 6 de novembro de 2019

O dia em que o PSV fez do Feyenoord a maior vergonha da Eredivisie

O fim da década de 2000 registrou um momento curioso na trajetória do futebol holandês. De repente, Louis van Gaal recuperou um esquecido AZ Alkmaar, assim como sua própria carreira. Seu clube alçou o pódio da Eredivisie. Assim como o Twente fez no ano seguinte. Ao mesmo tempo, a Holanda travava uma batalha interna, negando sua essência e buscando resultados a qualquer custo. Já os gigantes do país viviam dias de luta. O mais decadente deles, o Feyenoord, chegou ao fundo do poço em 2010-11, por obra de um PSV que praticamente não tinha o que comemorar, senão a desgraça do rival.

PSV FEYENOORD JONATHAN REIS 10-0 EREDIVISIE
Foto: Pro Shot/ Arte: O Futebólogo
>