sexta-feira, 20 de julho de 2018

Perfil tático: William Carvalho no Real Betis

Demorou mais do que era suposto prever quando o volante despontou. William Carvalho apareceu no Sporting CP na temporada 2013/14, depois de passar um tempo emprestado ao modesto Fátima e ao belga Cercle Brugge. Então, chamava a atenção a serenidade com a qual passou a reger o meio-campo do Sporting. A segurança para retomar a bola ou dar o passe mais eficaz na primeira fase da criação das jogadas de ataque lhe rendeu comparações com ícones do futebol — gente como Patrick Vieira. Sua saída do clube lisboeta parecia questão de tempo. Foi. De muito tempo.


Foto: Kiko Hurtado/Marca


segunda-feira, 16 de julho de 2018

Por um novo West Ham

O sonho de consumo do Manchester City foi, durante muitos anos, o treinador Pep Guardiola. Entre sua saída do Barcelona e acerto com o clube mancuniano, passando pelo Bayern de Munique, a vida não parou no estádio Etihad. Durante três temporadas, o chileno Manuel Pellegrini fez um bom trabalho à frente dos Citizens. Conquistou um título da Premier League e dois da Copa da Liga Inglesa. Eventualmente, Pep chegou e ele foi para a China. Agora, quando a campanha de 2018/19 se projeta, Pellegrini retorna à Terra da Rainha, propondo uma reformulação geral no West Ham.


Foto: Divulgação/West Ham


segunda-feira, 9 de julho de 2018

Euro 96: muito prazer, Croácia

“Sabíamos que éramos a primeira geração a jogar pela nova Croácia. Sabíamos que tínhamos uma guerra sangrenta por trás de nós. [Franjo] Tudjman [ex-presidente da Croácia] nos disse que éramos como embaixadores da Croácia. Mas [em 1998] não havia nacionalismo extremo. Em 1996, ok. Havia motivação extra ao ouvir o hino nacional e, especialmente, quando se via as reações em casa”— Slaven Bilic, em entrevista concedida ao jornalista Jonathan Wilson e veiculada no livro Behind The Curtain.


Foto: Getty Images


sexta-feira, 6 de julho de 2018

Um Uruguai para o futuro

Foi inapelável. O jogo entre Uruguai e França, válido pelas quartas de final da Copa do Mundo, revelou, sem deixar margem para dúvidas, que a Celeste havia chegado ao seu limite. Contra uma França em plena forma, segura na defesa, controladora no meio-campo e eficiente no ataque, deu seu máximo, que simplesmente não foi suficiente. Sem Edinson Cavani, faltou a Luis Suárez um companheiro e aos demais uma referência. Mas, o escrete sul-americano caiu de pé, deixando plantada a semente de 2022.


Foto: Getty Images

quarta-feira, 4 de julho de 2018

Os dias londrinos de Fredrik Ljungberg

A Copa do Mundo de 2018 coleciona histórias inesperadas. Ninguém esperava, por exemplo, que a campeã da última edição, Alemanha, parasse na fase de grupos. Por outro lado, alguns êxitos também tem surpreendido. Sem seu grande astro dos últimos anos, Zlatan Ibrahimovic, a Suécia chegou às quartas de final. Na referida fase, enfrentará a Inglaterra, país que, por 10 anos, foi casa de um sueco especial: Fredrik Ljungberg.


Foto: Getty Images

sábado, 30 de junho de 2018

Decidindo aos dezenove

Indecisão, alguma insatisfação e incerteza. Uma considerável parte do que rondava o íntimo desse autor, um jovem adulto que iniciava o segundo ano de seu curso universitário, se baseava nisso. 19 anos. Enquanto isso, no mundo daquilo que importava, Neymar, que já carregara o Santos um ano antes ao título da Copa Libertadores da América, chegava mais uma vez às fases decisivas. Dessa vez, parando nas semifinais. Tinha ele 20. Quão fascinante era perceber a grandeza que o mundo do futebol permitia à gente tão jovem…


Foto: Getty Images


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