sábado, 23 de junho de 2018

O Suíça e Sérvia que foi mais que um jogo

Se ousarmos sugerir a qualquer pessoa que indique um país tranquilo, seguro, avesso a problemas geopolíticos, com indicadores sociais exemplares e uma capacidade singular de receber pessoas das mais diversas origens, a probabilidade de a Suíça ser apontada como resposta é enorme. Certamente, essas foram algumas das considerações feitas por uma série de pessoas de origem eslava, nos anos 80 e 90. As famílias Xhaka, Shaqiri e Behrami podem ser tidas como exemplos claros.


Foto: EPA




quarta-feira, 20 de junho de 2018

O azar marroquino

Foram 20 longos anos. O período entre as Copas do Mundo sediadas em França, 1998, e Rússia, 2018, foi duro para o futebol marroquino. A ausência em quatro mundiais foi sentida, assim como as sucessivas campanhas ruins nas edições de Copa Africana de Nações que ocorreram nesse tempo. Também não foi fácil ver jogadores importantes, como o zagueiro Adil Rami, trocarem o país em prol de outras nações, e tampouco foi simples gerir crises como a criada pelo abandono da seleção de Adel Taarabt, em 2011. Porém, o Marrocos conseguiu retornar aos campos mundiais.


Foto: Reuters



quarta-feira, 13 de junho de 2018

Confiança em preto e Blanco

O ano de 2018 tem sido marcado por dificuldades no Atlético Mineiro. O tempo das contratações caras e midiáticas está suspenso. É público o entendimento de que o momento é de vacas magras, mais referidas por meio da palavra austeridade. Ainda assim, tem havido motivos para o torcedor ficar satisfeito. Em meio a gangorra que marca o futebol brasileiro — sempre imprevisível — o time tem tido boas aparições (nem sempre com vitórias), com algumas individualidades se sobressaindo. A mais evidente é a de Róger Guedes, mas a fundamental responde pelo nome de Gustavo Blanco.


Foto: atletico.com.br

segunda-feira, 4 de junho de 2018

O esquecimento de Luke Shaw

Uma das novidades mais promissoras da Copa do Mundo de 2014 foi a inclusão do jovem lateral-esquerdo Luke Shaw no elenco da Inglaterra. Naquela oportunidade, o garoto tinha apenas 18 anos e vivera ascensão meteórica com a camisa do Southampton. Embora tivesse representado os Three Lions apenas duas vezes, viajou ao Brasil. Pouco depois, viveu mais alguns momentos importantes, com a conclusão de sua venda ao Manchester United.


Foto: Getty Images


Como é habitual no cenário do futebol inglês, as cifras envolvidas na transferência foram altas. Tratava-se de um jogador extremamente jovem, com enorme margem de evolução e já preparado para atuar em alto nível. Custou €37,5 milhões e se apresentou com a solução imediata para um problema do clube: a saída de uma de suas referências, Patrice Evra.

quarta-feira, 30 de maio de 2018

Flórián Albert, o craque que superou a sombra do passado

É comum a crença de que o futebol húngaro parou no tempo. Que sem dinheiro os clubes nacionais não têm competitividade no nível internacional e, consequentemente, também a seleção. É preciso considerar, entretanto, que a memória das vitórias dos anos 50 — marcados pelo brilhantismo dos Mágicos Magiares — também nunca facilitou essa tarefa. Ainda assim, houve um homem que aceitou o desafio de guiar a Hungria na sucessão do Time de Ouro, um certo Flórián Albert.


Foto: Reprodução/beyondthelastman.com

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Nainggolan fora da Copa do Mundo não é um absurdo

Nesta segunda-feira (21), o treinador Roberto Martínez divulgou uma lista preliminar dos jogadores que representarão a Bélgica na próxima Copa do Mundo. Inevitável e rapidamente, um assunto se tornou tendência no mundo todo: a ausência de Radja Nainggolan, meio-campista da Roma.


Foto: Getty Images

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