sexta-feira, 21 de setembro de 2018

A dor e a glória de Vicente no Valencia

Ainda que não existisse o futebol, Vicente Rodríguez Guillén teria seu destino atado à cidade de Valência, local em que foi registrado seu nascimento em 16 de julho de 1981. Mas a parceria entre pé e bola — em seu caso, pé canhoto — fortaleceu essa relação. Atuar no Mestalla era um sonho para quem havia nascido no distrito de Benicalap e carregava o principal time da cidade no coração. Em seu caso, o desejo infantil acabou se tornando real e, apesar de grandioso, reservou fortuna e miséria, alegrias, mas também dores.


Foto: Professional Sport/Getty Images


quarta-feira, 19 de setembro de 2018

O sonho que a Real Sociedad viveu até o último suspiro

Haviam passado 21 anos desde o último título espanhol da Real Sociedad. A 13ª colocação no campeonato anterior não dava esperanças de dias vitoriosos. Apesar disso, o time tinha no banco de reservas um comandante que havia conseguido um feito relevante. Em 2000/01, Raynald Denoueix levara o Nantes ao título francês — o mesmo clube que ficara no 12º lugar na temporada antecedente. Em 2002/03, o time basco sonhou até o final.


Foto: Goal.com


segunda-feira, 17 de setembro de 2018

A frustrante passagem de Lothar Matthäus por Nova York

A ida de craques veteranos para mercados de menor qualidade técnica ainda causa alguma curiosidade, apesar de já não se tratar de um fenômeno recente. Muitos nomes mantêm bom nível, a despeito da idade. Outros vão na via contrária, não apresentando nem sombra da qualidade que marcou suas trajetórias. Alguns simplesmente se mostram desinteressados. Nesse sentido, um dos maiores expoentes acabou sendo o do alemão Lothar Matthäus, que partiu para a Major League Soccer em 2000.


Foto: Henny Ray Abrams/AFP/Getty



quinta-feira, 13 de setembro de 2018

Uma temporada para Dani Ceballos?

Não é fácil ser jogador do Real Madrid. Se a peça em questão não é uma unanimidade, como são os casos de gente como Luka Modric, Marcelo ou Sergio Ramos, sua titularidade nunca está garantida. Nesse sentido, ótimos nomes que compõem o elenco acabam passando longas estadias na reserva — sendo peças muito úteis, mas, no frigir dos ovos, suplentes. Presenças cada vez mais frequentes, Isco e Marco Asensio passaram por essa realidade. Hoje, quem se candidata a uma temporada de afirmação é Dani Ceballos.




segunda-feira, 10 de setembro de 2018

Coen Moulijn, o Mr. Feyenoord

Antes de o grande Ajax, de Johan Cruyff e Rinus Michels, conquistar seu tricampeonato da Copa dos Campeões da Europa, o Feyenoord se confirmou o primeiro clube holandês a vencer o certame. Naquela altura, o time de Roterdã não contava com toda a fartura de talento de seu grande rival, mas possuía um ótimo time, com boas peças, muito organizado e taticamente disciplinado. E tinha também sua pitada de magia. Na ponta esquerda, Coen Moulijn já era mais velho, mas ainda tinha a capacidade de desequilibrar que marcou sua estada de 17 anos em vermelho, branco e preto.


Foto: Fotocollectie Anefo



quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Artilharia pesada com Nicolás Blandi

A trajetória de Nicolás Blandi não é o que se possa chamar de um conto de fadas. Admirador de Hernán Crespo e Gabriel Batistuta, iniciou sua carreira no Boca Juniors, mas precisou logo sair para ganhar espaço. Naquela altura, a temporada 2010/11, o elenco xeneize ainda contava com a experiência de Martín Palermo, além dos gols de Lucas Viatri. Nico foi ao Argentino Juniors e mesmo lá não conseguiu o desempenho esperado, marcando só seis vezes em 27 jogos. Voltou e não se firmou. Precisou de tempo e de uma transferência para o San Lorenzo para desencantar.


Foto: Telam



segunda-feira, 3 de setembro de 2018

O acerto de David Neres ao permanecer no Ajax

O atacante David Neres é mais um dos vários atletas brasileiros cujo talento o torcedor nacional pouco conseguiu apreciar. Não chegou a ser opção regular do São Paulo sequer por seis meses antes de partir para a Europa. Apesar disso, acabou escolhendo um clube quase perfeito para dar sequência ao seu desenvolvimento. Isso porque o estilo de jogo do Ajax, seu destino, acomoda o seu próprio muito bem e, ademais, trata-se de uma equipe acostumada a dar oportunidades e lapidar talentos. Depois de um ano excelente — a temporada 2017/18 — sua saída foi especulada, mas ficou.


Foto: Ajax.nl

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