quarta-feira, 16 de janeiro de 2019

Teste para cardíaco: a louca final da FA Cup de 1979

O Arsenal marcou duas vezes no primeiro tempo [...] 2 a 0 pouco antes do intervalo, o qual se transformou em quinze minutos de uma abençoada, relaxada e barulhenta celebração. A maior parte da segunda etapa transcorreu mais ou menos do mesmo jeito, até que, a cinco minutos do fim, o Manchester United marcou... e, faltando dois, numa câmara lenta traumática e confusa, marcou de novo [...] me voltou a sensação terrível que tivera quando criança — de que odiava o Arsenal, de que o clube era um fardo que eu não podia mais carregar, mas do qual jamais seria capaz de me livrar”.


Foto: Reprodução/ Arsenal

quarta-feira, 9 de janeiro de 2019

Mudando de direção para evitar o pior

Nos últimos anos, o Monaco ganhou uma boa reputação no que concerne à capacidade de descobrir e maturar talentos. Obteve resultados financeiros e esportivos apostando numa fórmula: comprar barato, desenvolver e vender caro. Via de regra, é assim que vem trabalhando. Porém, a temporada 2018/19 transformou em realidade o que era visto como um risco calculado: o time se desfez de bons valores e não acertou na reposição. Agora, para se recuperar e evitar o pior — um rebaixamento —, procura outro caminho.


Arte: O Futebólogo




quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Promessa hoje, realidade amanhã? — Versão 2018

Mais um ano terminou. Outro com muito futebol. Como não poderia ser diferente, 2018 trouxe consigo uma série de emoções aos amantes do esporte bretão. Uma delas foi a oportunidade de, mais uma vez, observar o despontar e o amadurecer de novos prodígios. É claro: embora projeções sejam um mal necessário em um meio tão imediatista, uma série de jogadores sempre se apresenta como esperança para clubes e seleções. Como é feito desde 2012, O Futebólogo monta a sua lista de meninos que convém observar de perto e que chamaram a atenção no ano recém-findo.


quarta-feira, 19 de dezembro de 2018

O título que o Deportivo La Coruña esperou três dias para comemorar

Era o ano de 1995. De um lado estava o Deportivo La Coruña, vice-campeão nacional; do outro, o Valencia. Se os galegos traziam a qualidade de Bebeto, Javier Manjarín e Donato, a esquadra valenciana contava com a experiência de Andoni Zubizarreta e Mazinho — além da juventude de Gaizka Mendieta e o poder de fogo de Predrag Mijatovic e Lubo Penev. O palco foi o estádio Santiago Bernabéu e tudo corria como esperado, até o momento em que foi impossível lutar contra uma força da natureza.


Foto: Diario AS

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